Palco "Scotch Club"
"7 noites 22 alternativas"
Este ano vai mesmo valer a pena ir mais cedo para o Parque da cidade de Coimbra; a queima das fitas orgulha-se de apresentar um cartaz bem recheado num segundo palco que promete apresentar dos melhores nomes da actual música moderna portuguesa. Esperanças e confirmações que abarcam géneros musicais variados, desde o experimentalismo ao som mais pesado e o pop rock de melhor qualidade que por cá se vai fazendo, o tradicional palco 2 é neste ano uma aposta arrojada que vai, certamente, dar os seus frutos impulsionando as novas bandas e dando a conhecer ao público em geral os rumos com que a música moderna portuguesa vai abrindo caminhos e conquistando aderentes.
Todos os dias a partir das 22h00 três bandas mostram o que valem, e podem ter a certeza que valem muito!
Dia 8 -
Sexta-feira
Oriundos de Barcelos e recentemente formados os Kafka já se afiguram como uma das grandes promessas da nova música portuguesa, o prémio maqueta JN que receberam há poucos meses é um bom indício...
Com uma sonoridade pouco dada a catalogações rígidas, que vai de ritmos não muito estranhos a um Kurt Weil ou a guitarras ao desafio a lembrarem o melhor rock progressivo que por aí se vai fazendo, até experimentações que não ficam nada longe dos seus conterrâneos Astonishing Urbana Fall .
Usando várias linguas como o português, alemão e francês nas suas letras, os Kafka sabem muito bem o que querem fazer no meio musical português...e podem ter a certeza que são tão ambiciosos quanto realistas.A primeira banda a tocar nesta Queima das Fitas vai surpreender.
![]() |
Concorrem
aos prémios maqueta e saem de lá com dois troféus,
sagrando-se assim os grandes vencedores e gerando
bastantes expectativas em relação a um futuro que se
prevê marcado pela estrelinha do sucesso. |
A banda foi formada em 1994, como um trio (voz, guitarra, baixo e bateria). Esta formação fez uma mini-tournée por Inglaterra no Verão de 1995, actuando em Lowestoft e Birmingham.
Durante a estadia no Reino Unido gravaram uma "Demo" e participaram num CD com outras bandas britânicas.
Em 1996 fecharam a primeira noite da Queima das Fitas, actuando no Palco1, depois de Clawfinger e Lloyd Cole.
Presentemente, acabam de gravar, em Coimbra, um CD de promoção, já que a banda passou por algumas alterações na formação, sendo agora um quarteto. Em perspectiva está nova presença em Inglaterra e, provavelmente, noutros países europeus.
Os membros dos statement são todos residentes e estudantes universitários em Coimbra.
Não são novatos nestas andanças de festas académicas e já proporcionaram boas actuações em anteriores queimas. Agora querem mostrar que são uma banda em que vale a pena apostar porque praticam um tipo de música forte que consegue por a mexer qualquer pessoa; vão fechar a primeira noite deste palco com todo a energia que se quer, até porque depois no palco 1 a agitação vai começar com os Mão Morta e acabar com os belgas dEUS.
| Mesmo rejeitando os clichés habituais do estrelato musical, os Bigo apresentam-se mais uma vez na Queima das Fitas de Coimbra. A alucinação pós-rockiana caracterizada por sons simples está-lhes no sangue, embora as origens e proveniências musicais de cada um dos elementos seja diversificada. Os registos da banda são já 4 e os dois últimos obtiveram uma maior atenção por parte dos media. Os concertos na região centro do país são uma constante desde 1994, dos quais se destacam a discoteca States e a mítica Cave das Químicas. A demo «Circus Salt» chegou ao primeiro lugar do top Santos da Casa da R.U.C e foi já divulgada no programa 100% da Antena3. | ![]() |
Dia 9 - Sábado
São uma das coqueluches da imprensa musical portuguesa, com uma média de idades que ronda os 17 anos e com um 2º lugar no Termómetro Unplugged. Ninguém consegue ficar indiferente a esta jovem banda. A verdade é que uma voz destas (Marta Ren) e um acompanhamento que abarca correntes desde o easy-listening ao ska, não esquecendo o reggae, não surge todos os dias !
Os Sloppy Joe já deixaram muito boa gente de boca aberta e preparam-se para partir à conquista de um lugar ao sol (sem que os Delfins tenham alguma coisa a ver com isto). As gravações para o muito ansiado trabalho de estreia já começaram e os concertos têm comprovado todo o potencial desta jovem banda.
![]() |
É a grande
surpresa deste ano de 98 ! Acreditem ou não, os Belle Chase
Hotel estão aí para provar que não é só de Lisboa e
do Porto que surgem os melhores projectos musicais. Entre Tom Waits, Tindersticks e Kurt Weil encontramos um bocado de Belle Chase Hotel; quanto ao outro, é mesmo dos elementos da banda e da sua acção em conjunto... a não perder por nada deste mundo !!! |
Com um nome bem conhecido de todos os fans de Tom Waits, visto que "Rain Dogs" é o nome de um álbum (por muitos considerado como uma obra-prima imprescindível) deste norte americano, um marco na música mundial.
Mas as inspirações destes Rain Dogs não vêm só de Tom Waits, e para servir de referência são apontados nomes como Nick Cave, Tindersticks, Bowie, Cohen entre muitos outros...
Esta banda que se desloca da zona da grande Lisboa e conta com um elemento que chega da Inglaterra (o violinista de serviço) vai com toda a certeza mostrar o significado da palavra deslumbramento.
Já alguém dizia há muito tempo que inventar é difícil, mas criar não é, e estes Rain Dogs desenvolvem em Portugal um género musical que vai apaixonar!
Estamos certos que depois de uns Sloppy Joe e de uns Belle Chase Hotel, nada ficaria melhor para acabar esta segunda noite de festa.
Quanto a trabalhos discográficos, o primeiro disco da banda está a ser cautelosamente preparado e a maqueta que por aí circula não desilude, bem pelo contrário!
Dia 10 - Domingo
Com uma carreira que remonta aos tempos de uns Vícius Corruptus, que arrebataram o 1 º lugar no "1º Festival Sempre No Ar" e foram apurados para a compilação "R.U.C.- 10 anos Sempre no Ar", os Hornet participaram na compilação "Portugal Rock - Volume 1" com o tema "Psich ID".
Depois de actuações muito bem sucedidas em anteriores celebrações académicas, como por exemplo na Queima e Latada de 97 e contando com uma larga legião de admiradores, esta banda coimbrã resolveu há pouco tempo mudar de nome, e de certa forma renovar alguns aspectos essenciais. Vai abrir a noite de domingo com todo o poder e garra que muito bem os caracteriza.
Chegam de Cantanhede e já conseguiram pôr meia Coimbra aos pulos ao som de Zombie...agora querem pôr a outra metade!
No concurso nacional de música moderna portuguesa "Music Quest" chegaram ao pódio e também já não são "virgens" nestas andanças académicas dado que participaram na latada de 97 onde tiveram a prova de fogo.
Alguns dos elementos são estudantes da ARCA, e as tendências musicais são artisticamente diversas, balançando entre um ska muito bem feito, um rock que lembra poucos e novas tendências musicais, agrupando tudo numa fusão muito poderosa e bem conseguida.
Participaram também agora na compilação "Santos da Casa" e preparam-se para voos mais altos...
Juntamente com os Silence 4, são as grandes surpresas que chegaram da cidade do Rio Lis nos últimos tempos. Já foram referidos num semanário musical britânico de grande prestigio e a sua maqueta foi classificada como de boa qualidade, o que deixa as portas abertas para poderem conquistar o respeito que merecem.
Com um som que não foge muito aos modelos da brit-pop ligeiramente experimentalista, temas como Dream mostram que bandas surgidas de projectos anteriores normalmente rotulados de "garagem", sabem evoluir e construir sonoridades surpreendentes.
Dia 11 -
Segunda-feira
A história desta banda inicia-se em 1996 numa garagem perdida, onde surgiram os Carfax Abbey...
Formados em Coimbra e com uma forte inspiração de correntes góticas e de uma certa melancolia e sentimento literário que é bastante perceptível audível em alguns temas desta banda, que se atreve a cantar com várias vozes, em Português, Inglês, Francês e Alemão. São portanto um projecto a ouvir com muita atenção e seguir nos próximos tempos...
De fortes dedilhados em guitarra, uma flauta que não deixa ninguém indiferente, passando por uma voz feminina que apetece levar para casa, a noite de 2ª feira vai começar muito bem....
O nome surgiu de um dos elementos (António Marques) que bebeu a inspiração numa peça de Straosser e como eles próprios fazem questão de referir " ...enquanto houver um poeta para ser recitado e alguns instrumentos para serem tocados, os Rosenkranz virão..."
Já contam com três presenças em compilações retiradas de uma primeira maqueta que já foi transposta para alguns bons concertos.
![]() |
Já foram
considerados os "Sonic Youth à portuguesa" e
ninguém acreditou quando mostraram os Bilhetes de
Identidade; eram novos de mais para tocarem assim... De "promessa" ao primeiro single, o caminho demorou o tempo que a própria banda delineou, e acabaram por ser uma das bandas apresentadas em "TripPop", uma caixa de 3 singles da Música Alternativa, "Stress, blah blah and all that mess" foi o título do single e temas como "Go ho" não desiludiram ninguém. Agora estão de volta com um trabalho de longa duração que se avistava inevitável nesta banda onde, para além de bons instrumentistas a voz de Mariana (que também toca guitarra) é uma mais valia considerável. É então uma apresentação de um novo disco de uma banda que ainda se encontra em início de careira, que já faz inveja a muita gente. |
| Este projecto
iniciou-se em Janeiro de 1996, entre o Porto e Coimbra,
do desejo de conjugar computadores e instrumentos
musicais, abordando todos os géneros musicais
possíveis. E assim surgiu mais uma das bandas mais
interessantes no meio nacional. Com influências do Jazz e do Hip hop à musica étnica, passando pelo drum'n'bass e pelo rock estes Urbanature já mostraram (como por exemplo no Festival Paredes de Coura) que conseguem dar grandes concertos e que são uma banda em que se devem depositar muitas apostas para o futuro da música portuguesa. Homem e máquina complementam-se! Todas as misturas e trabalhos de produção são assistidos por computador, os samples e apoios vocais também não são esquecidos. Do duo inicial, a formação foi alastrando até ao actual quarteto, depois do computador e da guitarra, surgiram uma bateria e um baixo, que deram melhor eficiência ao projecto como ficou bem patente no memorável concerto do festival "Regresso às Aulas", na Faculdade de Belas Artes do Porto. Depois da passagem pelo Hard-Club pretendem fazer juz ás esperanças depositadas pelo jornal Blitz e pela Prómusica. A única banda instrumental portuguesa apresenta-se em força para 98! Já com algumas maquetas gravadas e com duas inclusões em Cd's da Revista Promúsica, para além de alguns temas gravados em estúdio para posterior registo, os Urbanature, depois de uma ligação à "Deixe De Ser Duro De Ouvido", iniciam uma nova fase na sua carreira e vão, decerto, mostrar em Coimbra que estão aí para o que der e vier e é melhor contar com eles! |
![]() |
Dia 12 - Terça-feira
Desde há 8 anos a marcar a diferença no panorama musical em Portugal e com influências do country e do punk rock, a postura em palco coloca-os numa situação de destaque. Para além de concertos de norte a sul destacam-se saídas bem sucedidas a França e Espanha e uma tournée nos EUA onde foram os convidados de honra para o aniversário de uma figura mítica do rock, Joe Ramone. Em Junho regressam à terra do tio Sam onde foram bem recebidos e alvo de excelentes críticas por parte da imprensa especializada. Depois de «Porkabilly Psychosis» e «Outer Space Shit», com uma fabulosa capa em homenagem aos B-Movies, voltaram a carga com o vinil «Fuck The Beatles/Go Country!». O 3º trabalho LP está previsto para o fim de Junho intitulado «Bad Trip!» assegurando a sua edição a nivel mundial!
Recentemente participaram no Festival Cais do Rock98, na Póvoa de Varzim.
Vêm da cidade berço e praticam um rock que chega a fazer lembrar grandes nomes como Pixies, Dinossaur Jr. Sonic Youth ou Jesus and Mary Chain.
Se a música promete, então em concerto não ficam nada atrás!
Ainda há pouco tempo o demonstraram na mais recente edição do Cais do Rock, já para não falar na excelente prestação que tiveram no palco principal de Paredes de Coura, entre muitas outras de norte a sul, chegando a Vigo e atestando no Bar Meia-cave.
Já com trabalhos lançados entre os quais um curiosissímo viníl de cor azul e som pouco cor de rosa, mas simplesmente fabuloso ( que rapidamente esgotou as cópias produzidas), também foram incluídos em compilações como "Garagem" ou "Noise sessions", isto para além das referências bastante prestigiantes e positivas no Blitz, 100%, e Spay entre outros...longos vão os tempos em que deram a primeira entrevista a uma fanzine vimaranense de nome "CUZINE".
Os Blue Orange Juice já não precisam de provar nada, bastando serem eles mesmos.
Outro grande nome da música portuguesa são os Bizarra Locomotiva, pesos pesados com discos nos escaparates e que já nos mostram ao vivo material do próximo trabalho que está a ser preparado.
Com um palmarés invejável não só a nível de fans, mas também a nível de actuações os Bizarra Locomotiva prestigiaram uma carreira que se vai fazendo solidamente com muita entrega nos concertos, como vamos poder confirmar aqui!
Dia 13 Quarta-feira
| Afinal o que falta fazer
musicalmente ? TUDO ! Banda formada em Setembro de 94, só em finais de 95 viria a alcançar uma formação estável e sintonizada com a sonoridade que pretendiam alcançar. A sua música explica-se, não por palavras, mas pela sua audição e traz revelações de um novo século onde cada vez menos a música obedece às fronteiras dos Homens. Em 96 algumas passagens assinaláveis como, concertos no Johnny Guitar, no Ritz Club, bar Ruína, etc.... e entrevistas para algumas rádios: Capital, Mais Amadora e Ateneu. Contudo é em 97 que atingem alguma notoriedade com concertos no Meia-Cave, Marquês do Rock, Festival de Paredes de Coura, Festival de Braga, bar K-Max (Porto), Feira Mix, etc... Entrevistas para os jornais BLITZ e Público e cerca de uma dezena de artigos e críticas na imprensa, onde quase na sua totalidade, o conteúdo é positivo. Extracto de artigo no jornal BLITZ 9 Maio "...pode estar aqui a maior revelação nacional de 1997. Quase de certeza, mas de certeza nas profundezas de um oceano..." Em finais de 97 lançam 4 temas no cd "Change Yr Oil" da editora Garagem e 1 tema no cd/revista "Noise Sessions" da mesma editora. 3 desses temas são passados com frequência na rádio Antena 3 e RUC. No ínicio de 98 aguarda-se lançamento de um cd single que dará a conhecer temas inéditos, cada vez mais próximos "destes tempos"....abriu-se a porta onde havia luz...agora ao encontro do Sol ! |
![]() |
![]() |
Outra grande surpresa
que se transformou em certeza: desde o final de 1996 e da
primeira maqueta intitulada precisamente "This isn't
Luxury" até ao novo trabalho prestes a sair,
passando pelo excelente single "UNT.I.L.";
estes moços mostram muita garra e uma sonoridade que,
para além de bastante característica, não caí em
catalogações previamente concebidas. |
Com dois discos lançados, o último dos quais que mereceu rasgados elogios de grande parte da crítica, os More República Masónia são uma banda com nome e estatuto já bem definido na música nacional.
"Equalizer" foi um grande disco e marcou um "salto" na carreira destes senhores que desde colaborações com Darwin Papas (mentor do projecto Ithaka) até versões dos Portishead ("Roads" em "Equalizer") se mantém fieis a um som muito próprio e actual.
"...Rock Rendez Vouz. "More More More".Ama Romanta.Revolução.Wild America.Ultraje.Ultraje."Blow yourmind (With Supersonic Meditation)". Numérica.Incêndio.Mad River.Rock'n'Roll. Acção directa. Controvérsia. "Equalizer". Exit Studio. Maturidade 89 /98. Carreira Capicua. Reconhecimento ?..." Pois Claro !
Dia 14 - Quinta-feira
Entre Coimbra e terras de lá perto surgiu há uns anos mais um projecto com muita garra que está a ultimar as gravações da sua estreia em formato de longa duração.
Para além da participação no festival Paredes De Coura 97, é de referir a sua inclusão em compilações como "Garagem", " RUC - 10 anos sempre no ar ", "Primeiro Grito" e "Rock Luso".
Quanto a maquetas lançadas, até agora contam-se duas que provam juntamente com o que já foi referido a projecção que têm assumido.
Concertos foram dados nos mais diversos pontos do país entre os quais se destacam aqueles em que tocaram juntamente com Tiamat, Mão Morta, Primitive Reason, Ramp, Melancolic Youth of Jesus e Basement, entre outros.
Já foram alvo de boas críticas por parte de orgãos de comunicação social como o Blitz, Promúsica, D.N, R.U.C e por aí fora.
Quanto a festas académicas; Leiria, Bragança e uma anterior edição da Queima das Fitas puderam testemunhar a qualidade da melodia entrecortada por guitarras fortes, que vão mostrar a todos aqueles que não os conhecem porque é que não deviam andar tão distraídos!
Os Bodhi formaram-se em 1995 para
participar no 1º festival "Sempre No Ar", da R.U.C..
Após algumas remodelações nos seus membros a banda volta em
Julho de 1996 com uma nova demo tape intitulada Bodhi.
Em Agosto desse mesmo ano é eleita a melhor maqueta na FM
Radical e após alguns meses, voltam à segunda edição do
festival que os reunira, onde conquistaram o 1º lugar, levando
para casa a certeza da gravação de um cd-ep. Em Dezembro de 96
ganham o prémio de "melhor canção em inglês" no
programa "Portugal dos Pequenitos". 97 deu-lhes a
gravação de um disco com participações especiais de Rui
Duarte dos Ramp e Miguel Guedes dos Blind Zero e deram um grande
concerto no palco principal da Queima das Fitas, voltando a
marcar presença na Latada seguinte. Maio marcará a saída do
disco estreia, de título " Haunted Sessions E.P."
Vão mostrar em palco porque é que são uma das bandas imprescindíveis à evolução do rock em Coimbra.
Depois de muito tempo a tocar ( e muito bem, diga-se!) com o nome de DIVE (e conseguindo bons lugares em diversos festivais de música moderna), os elementos desta banda coimbrã decidiram traçar novos rumos na sua música e alteraram o nome. Quanto às inovações quem ouviu ficou decididamente convencido que os Kashmir ainda têm muito para dar; um concerto que promete muito e que vai iniciar mais uma fase e uma banda com uma grande legião de apreciadores que já colaborou em algumas compilações.