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A DDL MPEG-7

 

No 51-º  Encontro MPEG em Noordwijkerhout, foi decidido adoptar o esquema de linguagem XML com extensões específicas  MPEG-7 para ser a DDL MPEG-7. A XML foi escolhida como base para a Linguagem de Definição de Descrição (DDL), mas com alguns desenvolvimentos porque o esquema XML não é suficiente para preencher todos os requisitos da DDL.

A DDL é uma parte nuclear do standard MPEG-7. Fornece uma fundação descritiva sólida da qual os utilizadores podem criar os seus próprios esquemas de descrição (DS) e descritores (D). A DDL define as regras sintácticas para exprimir e combinar os esquemas de descrição e os descritores. De acordo com a definição que se encontra no Documento de Requisitos MPEG-7, a DDL é:

 

“... a linguagem que permite a criação de novos Esquemas de Descrição e, possivelmente, Descritores.  Permite também a extensão e modificação dos Esquemas de Descrição existentes.”

 

A DDL não é uma linguagem UML (Unified Modeling Language) mas sim um esquema de linguagem para representar os resultados da modelação de dados audiovisuais, ou seja, DSs e Ds.

A DDL deve satisfazer os requisitos DDL MPEG-7. Deve expressar as relações espacial, temporal, estrutural e conceptual entre os elementos de um esquema de descrição (DS) e entre esquemas de descrição (DSs). Deve fornecer um modelo enriquecedor para links e referências entre uma ou mais descrições e os dados que estas descrevem. Adicionalmente, deve ser independente da plataforma e que possa ser entendido tanto por humanos como por máquinas. O Parser DDL também tem de ser capaz de validar os tipos de dados dos descritores, tanto primitivas (inteiros, texto, data, tempo) como compostos (histogramas, tipos enumerados).

Para informações mais detalhadas, consultar a página web:
  http://archive.dstc.edu.au/mpeg7-ddl